Funk: A cultura da contra cultura
Não sou cachorra, não sou tigrona, nem égua, muito menos porca!
É um absurdo que queiram que aceitemos passivos a onda de maus tratos que a mulher vem sendo submetida através de músicas deploráveis como o funk.
Na década de 70 as mulheres faziam passeatas, exibiam cartazes e faixas querendo obter os mesmos direitos dos homens, ter sua liberdade....E o tempo passou, as mulheres conseguiram grandes vitórias, assemelharam-se aos homens.
Mas, quando vamos a uma danceteria, ou ligamos o som e assistimos TV, nos deparamos com um funk que nos rebaixa, humilha e prostitui e o pior é que dançamos, achamos engraçada a onda de "atolar na areia". Parece que nossas conquistas feministas foram incineradas e jogadas em uma lata de lixo....
Nós mulheres não somos objetos sexuais, somos seres humanos!!! É um absurdo deixar-nos nominar por pseudonomes deploráveis! Somos mulhers não animais!!!
O funk não é cultura, mas sim imposição de um grupo machista que quer nos obrigar a engolir o lixo produzido por eles, querem nos fazer crer que somos apenas uma "vagina ambulante" para o depósito de seus espermas....Somos mais que isso!!!! E como somos...
Aos olhos do criador a feminilidade é muito preciosa. Deus dá a graça da inteligência, mas como Ele não é machista não impõe que usemos tal Dom.
Cabe a nós usarmos o livre arbítrio, ouvir ou não lixo, ser mulher de verdade ou apenas um copinho descartável, que após usado vai direto para o lixo....
Escrito por Maria Amélia às 08h29
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